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Assine o Feed desse BlogO jornalismo sempre foi muito agressivo e algoz para ter furos de reportagem ou entrevistas exclusivas, mas isso desde a época que somente tinhamos o jornal impresso. Depois que a televisão se tornou um meio popular e os telejornais ganharam o status de principal fonte de notícia da população, a agressividade pela audiência se tornou impossível de ser controlada. Leia mais
8 comentários | quem votou [52] | enviar por e-mail
Site: http://www.ultimoclick.net
69 dias 32 minutos atrás
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Eu ando muito cético em relação à imprensa, com raras exceções...
Abraços e ótimo artigo!!
Site: http://assisj29.blogspot.com
68 dias 22 horas 2 minutos atrás
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Infelizmente o povo também tem culpa,eu nas minhas rapidas olhadas na tv pude constatar que quando se mostra uma barabárie,dá um IBOPE fantastico,a imprensa vive do marketing,eles mostram porque tem que assiste e o povo assite porque eles mostram(o segredo da Tostines),só que existe um grande diferencial embutido ai,a imprensa lucra muito com isso,retaliação deveria partir de nós,mas isso é quase impossível, e como sabemos,existe uma grande disputa pelo poder nessa história,que são as eleições de 2010,onde precisa-se causar a pior impressão possível sobre o momento atual,torcer para tudo dar errado.
Ha,o povo,esse tem que sofrer,para alternar o poder,frente á isso,oque faremos?
Precisamos acreditar,mesmo que não vejamos a luz no fim do túnel,acreditemos que ela está lá e sigamos com retidão.
Um forte abraço e parabéns pela iniciativa.
Site: http://www.opatifundio.com
68 dias 21 horas 48 minutos atrás
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Site: http://www.visaopanoramica.com
68 dias 18 horas 51 minutos atrás
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Site: http://ambientedeluz.blogspot.com
67 dias 12 horas 41 minutos atrás
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Selecionei uma parte do teu texto que sintetiza tudo o que penso: "O pior é que nos próximos crimes que houver cobertura da televisão será feito o mesmo tipo de sensacionalismo e cobertura irresponsável, pois não há ninguém no país que possa proibir esse tipo de coisa".
Fiquei horrorizada com a atitude da imprensa em relação ao caso Eloá e perdi o respeito por profissionais desse tipo. A jornalista citada em teu texto, nem se fala... Extrapolou todos os limites.
Parabens pelo post!
Um abraço
Site: http://www.acabouocaviar.blogspot.com
67 dias 6 horas 17 minutos atrás
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Abraçso
Jorge
Site: http://cafecomnoticias.blogspot.com
67 dias 4 horas 58 minutos atrás
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Antes de mais nada, quero dizer que o seu texto mexeu muito comigo pq sou jornalista. Não é que vesti a carapuça, nem nada disso. É pq as pessoas ainda tem valores distorcidos sobre a comunicação e o jornalismo, principalmente no conceito de manipulação.
Como comunicólogo e pesquisador de Rádio e TV posso lhe dizer com total segurança que não existe manipulação nos meios de comunicação. Isso é algo de senso comum muito empregado. Se houvesse realmente manipulação, os telespectadores seriam OBRIGADOS e COAGIDOS a só assistir determinada emissora. Isso não existe. O que existe é monopólio da informação, de um único canal e telespectadores acomodados a assisti-la - o que já é outra coisa (e outro debate).
Concordo que a imprensa tem sido sensacionalista, mas isso é questão de linha (e conduta) editorial dos veículos, no qual os jornalistas trabalham. Infelizmente, os jornalistas que trabalham numa redação, por determinação contratual, são obrigados a cumprir e seguir, na sua produção informativa, a linha editorial do veículo. São poucos os jornalistas que emitem opinião, poucos mesmo.
A cobertura jornalística das grandes tragédias, como no Caso Eloá e Isabela, transformaram o jornalismo em novela. Onde cada matéria ou nota lida pelos apresentadores nos noticiários se transforma em mais um capítulo de uma saga acompanhada por milhões de brasileiros. Certo ou errado? Vai saber...está dando audiência, então o assunto continua. O fato é que o jornalismo reflete o comportamento da sociedade por meio de um recorte da realidade desses fatos.
Não adianta criar leis que punem o sensacionalismo, pq já existe uma legislação que normaliza a conduta dos profissionais, a chamda "Lei de Imprensa". Cabe ao telespectador e ao Ministério Público fiscalizar, pois ainda não há um Conselho de Jornalismo para punir atitudes extremistas, como a que aconteceu neste último caso de grande repercussão em que uma jornalista conversou com um sequestrador, ao vivo, por telefone, impedindo o trabalho da polícia.
A minha intenção aqui não é parecer o dono da verdade, nem nada disso. Mas creio ser importante dividir alguns conceitos que os comunicadores, muitas vezes, não explicam para o público - o que gera antipatia ou repúdio. Quem determina a linha editorial dos veículos de comunicação são os donos dessas empresas, não os jornalistas. Muitas vezes os donos nem são jornalistas. O que dificulta muito o trabalho, você nem imagina.
Não há essa agressividade toda dos jornalistas pelo furo ou pela notícia, isso é lenda. Até pq muitos jornalistas trabalham em duas ou mais empresas de comunicação que, teoricamente, são concorrentes. A rivalidade está nos meios de comunicação, não nos jornalistas. Também não torcemos pelas tragédias. Elas acontecem a todo momento. A sociedade que dita a pauta para o jornalismo, e não ao contrário. É claro que dentro de uma redação existe a pressão para se conseguir depoimentos ou imagens exclusivas, mas isso é feito com muita sorte e negociação (e jogo de interesse entre autoridades), pode ter certeza disso.
Espero poder ter contribuído para o debate.
Abraço,
=]
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67 dias 4 horas 29 minutos atrás
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mas um terrível amo." [James Fenimore Cooper]